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Modelo 22 - Instruções de preenchimento



QUADRO 01 – PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO E EXERCÍCIO

QUADRO 02 -  ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL  

QUADRO 03 – IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO

QUADRO 04 – CARACTERÍSTICAS DA DECLARAÇÃO

QUADRO 05 – IDENTIFICAÇÃO DO REPRESENTANTE LEGAL E DO TOC

QUADRO 07 – APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL  

QUADRO 08 – REGIMES DE TAXA  

QUADRO 09 – APURAMENTO DA MATÉRIA COLECTÁVEL 

QUADRO 10 – CÁLCULO DO IMPOSTO  

QUADRO 11 – OUTRAS INFORMAÇÕES

 


QUADRO 01 – PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO E EXERCÍCIO  

O período de tributação a indicar, em termos gerais, coincide com o ano civil, devendo ser inscrito no formato ano-mês-dia, como por exemplo: De 2002/01/01 a 2002/12/31.

O período de tributação pode ser inferior a um ano nas situações previstas no n.º 4 do artigo 8.º do Código do CIRC, devendo em qualquer destes casos ser assinalado o campo respectivo, no quadro 04.

Poderá ainda ser superior a uma ano, relativamente a sociedades e outras entidades em liquidação, em que terá a duração correspondente à desta (n.º 6 do artigo 8.º e n.º 1 do artigo 73.º do CIRC), devendo preencher-se este campo segundo o período a que respeitem os rendimentos.

As entidades não residentes sem estabelecimento estável não deverão preencher o campo relativo ao período de tributação.

No campo 2 deve ser assinalado o exercício a que respeitam os rendimentos.

Os sujeitos passivos de IRC que, nos termos dos n.ºs 2 e 3 do artigo 8.º, tenham adoptado ou estejam autorizados a praticar um período de tributação diferente do ano civil deverão inscrever o ano correspondente ao primeiro dia do período de tributação.

DGCI

QUADRO 02 -  ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL

Escrever neste quadro o do conselho da área da sede, direcção efectiva ou estabelecimento estável em que estiver centralizada a contabilidade.

Se se tratar de concelho onde existam vários serviços de finanças, indicar também o respectivo número. (Exemplo: Lisboa-2; Sintra-4).

No caso de o sujeito passivo ser um não residente sem estabelecimento estável, o Serviço de Finanças a indicar é  o da área de residência, sede ou direcção efectiva do representante fiscal.

DGCI

QUADRO 03 – IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO

Indicar a firma ou denominação de acordo com o constante do cartão de identificação de pessoa colectiva ou equiparada, inscrevendo o respectivo número (NIPC) no campo 2.

Deverá ser assinalado com X o tipo de sujeito passivo. Deverá estar assinalado apenas um tipo de sujeito passivo.

Os sujeitos passivos indicarão o(s) regime(s) de tributação a que estão sujeitos:

Tratando-se de entidades residentes que não exercem a título principal actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, ou entidades não residentes sem estabelecimento estável, será assinalado o campo 5 - redução de taxa.

Tratando-se de entidades sujeitas ao regime de transparência fiscal serão assinalados em simultâneo, os campos 1 e 7, ou os campos 6 e 7, caso se trate de uma sociedade de profissionais, sujeita ao regime simplificado e enquadrada na transparência fiscal.

Os sujeitos passivos enquadrados no regime especial de tributação de grupos de sociedades deverão assinalar em simultâneo os regimes 1 e 8.

Os sujeitos passivos enquadrados no regime simplificado que beneficiem de incentivos fiscais à interioridade deverão assinalar em simultâneo os regimes 5 e 6.”

DGCI

QUADRO 04 – CARACTERÍSTICAS DA DECLARAÇÃO

Deverá ser sempre indicado se se trata de primeira declaração do exercício ou de declaração de substituição.

A declaração de substituição só pode ser apresentada nas condições estabelecidas no artigo 114º do CIRC e deve ser preenchida na íntegra.

Deverá ser sempre assinalado o campo correspondente ao resultado da declaração, e havendo imposto a pagar, será sempre indicado o campo 1, ainda que o sujeito passivo não tenha procedido ao seu pagamento.

Ainda que não haja lugar a pagamento da autoliquidação por o seu montante ser inferior a € 24,94, deverá ser assinalado o campo 1 - com pagamento.

Sendo assinalado o campo 3 - outro, não deverá ser preenchido o quadro 3 - resultado da liquidação.

Os sujeitos passivos tributados pelo regime especial dos grupos de sociedades devem preencher o resultado da declaração em função do valor obtido no quadro de cálculo do imposto, ainda que se trate de declaração não liquidável.

Os campos relativos ao resultado da liquidação são de preenchimento obrigatório, sendo assinalado o campo 1 em resposta à primeira pergunta, se o imposto autoliquidado tiver sido pago antes da entrega da declaração ou se vier a sê-lo posteriormente, dentro do prazo legal.

Sendo solicitado reembolso por transferência bancária, o mesmo será efectuado para a conta cujo NIB conste do cadastro, podendo o sujeito passivo proceder à sua alteração ou inclusão, através da apresentação da respectiva declaração de alterações, ou pela forma prevista no artigo 111º do CIRC.

Os campos relativos a declarações especiais são de preenchimento obrigatório somente nas situações aí previstas: declaração do grupo, declaração do período de liquidação, declaração do período de cessação, declaração com período especial de tributação ou declaração do exercício do início de tributação.

Ainda que ocorra dissolução da sociedade, sem prejuízo da observância do disposto na alínea a) do nº 2 do artigo 73º do CIRC, a declaração a apresentar deve reportar-se a todo o período de tributação, não devendo ser assinalado nenhum dos campos deste quadro.

Ocorrendo cessação de actividade, nos termos do nº 5 do artigo 8º do CIRC, deverá ser assinalado o campo 3, indicando-se a respectiva data. Neste caso, a declaração de rendimentos será apresentada no prazo de 30 dias a contar da data da cessação, nos termos do nº 3 do artigo 112º do mesmo Código.

Os campos 4 e 5 serão assinalados sempre que o período de tributação não coincida com o ano civil, nos termos dos nºs 2 e 3 do artigo 8º do CIRC. Na declaração correspondente ao período referido na alínea d) do nº 4 do artigo 8º deve-se assinalar o campo 4 e nas declarações dos exercícios seguintes, de acordo com o período de tributação adoptado, assinalar sempre o campo 5.

O campo 7 será assinalado quando se trate da primeira declaração apresentada pelo sujeito passivo após o início de actividade.

No exercício do encerramento da liquidação, desde que o período de liquidação não ultrapasse três anos, poderão ser entregues duas declarações de rendimentos, sendo a primeira, obrigatória, referente ao período decorrido desde o início do exercício até à data em que esta se verificou (declaração do período de cessação) e respeitando a segunda declaração, facultativa (declaração do período de liquidação), a todo o período de liquidação, isto é, desde a data da dissolução até à data da cessação.

A declaração relativa ao período de liquidação tem por objectivo corrigir o lucro tributável declarado durante este período e que tem natureza provisória.

Ocorrendo a dissolução e liquidação no mesmo exercício, será apresentada apenas uma declaração (do período de cessação), sem prejuízo da determinação do lucro tributável do período anterior à dissolução dever ser autonomizada da determinação do lucro tributável correspondente ao período de liquidação, juntando esta demonstração ao processo de documentação fiscal a que se refere o artigo 121º do CIRC.

DGCI

QUADRO 05 – IDENTIFICAÇÃO DO REPRESENTANTE LEGAL E DO TOC

É obrigatória a indicação do Número de Identificação Fiscal do Representante Legal que assinar a declaração.

Com excepção das entidades que não exercem a título principal, actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, quando não estejam obrigadas a possuir contabilidade regularmente organizada, e das entidades não residentes sem estabelecimento estável, todos os restantes sujeitos passivos são obrigados a apresentar a declaração de rendimentos assinada por TOC.

A falta de assinatura(s), incorrecta indicação dos NIF e a não aposição da vinheta do TOC, constituem, nos termos do nº4 do artigo 109º do CIRC, fundamento para a recusa de recepção da declaração.

Quando a declaração for remetida pelo correio, deverá ser acompanhada de cópia dos NIF indicados neste Quadro, bem como do NIPC da entidade.

Quando a declaração for apresentada em suporte informático, devem ser observadas as instruções emitidas para o efeito, sob pena de serem as mesmas recusadas, nos termos do n.º 4 do artigo 109º, caso se mostrem desconformes com a regulamentação estabelecida.

DGCI

QUADRO 06 – PARA USO DOS SERVIÇOS

Quadro para certificação da entrega da declaração.

QUADRO 07 – APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL

>>> CLIQUE AQUI PARA VER ANÁLISE DE TODOS OS CAMPOS (QUADROS) DO QUADRO 07

Este Quadro, A PREENCHER SOMENTE pelas entidades que exerçam, a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, QUANDO SUJEITAS AO REGIME GERAL DE DETERMINAçãO DO LUCRO TRIBUTáVEL bem como pelas entidades não residentes com estabelecimento estável, destina-se ao apuramento do lucro tributável e corresponderá ao Resultado Líquido do Exercício, apurado na contabilidade (o qual é demonstrado na declaração anual, a que se refere a alínea c) do nº 1 do artigo 109º do CIRC), eventualmente corrigido nos termos do CIRC e outras disposições legais aplicáveis.

Este Quadro também não é preenchido no caso de declaração do grupo.

Mesmo que não existam correcções para efeitos fiscais, deverão ser sempre preenchidos os campos 201, 204, 226, 238 e 239 ou 240.

Sendo nulo o lucro tributável, deverá ser preenchido o campo 240 com o valor 0 (zero).

Tratando-se de sujeitos passivos com mais de um regime de tributação de rendimentos, o apuramento do lucro tributável é feito globalmente, efectuando-se a respectiva discriminação por regimes de tributação, no Quadro 09, nos campos 301, 312 ou 323, no caso de prejuízos fiscais, ou nos campos 302, 313 ou 324, havendo lucro tributável.

As linhas em branco podem ser utilizadas para evidenciar outras correcções para além das expressamente previstas no modelo. Neste caso, o sujeito passivo deverá juntar ao processo de documentação fiscal a que se refere o artigo 121º do CIRC, uma nota explicativa.

DGCI

QUADRO 08 – REGIMES DE TAXA

Este Quadro será preenchido exclusivamente por sujeitos passivos com rendimentos sujeitos a redução de taxa ou quando existam rendimentos que embora enquadrados no regime geral estejam numa das situações referidas nos campos 246 e 249.

OS RENDIMENTOS IMPUTADOS ÀS REGIÕES AUTÓNOMAS, de acordo com os regimes previstos no Decreto Legislativo Regional nº 2/99/A, de 20 de Janeiro e no Decreto Legislativo Regional nº 2/2001/M, de 20 de Fevereiro, são considerados rendimentos sujeitos ao regime geral.

DGCI

QUADRO 09 – APURAMENTO DA MATÉRIA COLECTÁVEL

 

Este Quadro é de preenchimento OBRIGATÓRIO, mesmo nos casos em que o valor apurado não dê origem ao pagamento do imposto.

Os prejuízos fiscais dedutíveis devem corresponder aos prejuízos fiscais verificados em cada um dos exercícios, líquidos do montante eventualmente já deduzido, nos termos do artigo 47º do CIRC.

Só podem ser deduzidos prejuízos fiscais do exercício N-6, quando este corresponda ao exercício de 1996 ou posterior, ou seja os campos 303, 314, 325 ou 401 só podem ser utilizados para declarações relativas ao exercício de 2002 ou posterior.

Nos termos do nº 3 do artigo 47º do CIRC, a dedução de prejuízos para os sujeitos passivos do regime simplificado não poderá prejudicar o limite mínimo da matéria colectável, a que se refere o nº 4 do artigo 53º do CIRC.

Os valores das deduções, a efectuar pela ordem indicada, devem ser inscritos somente até à concorrência do lucro tributável.

A discriminação do(s) valor(es) dos Benefícios Fiscais indicados, será feita na declaração anual a que se refere a alínea c) do nº 1 do artigo 109º do CIRC,

Os valores da Matéria Colectável a inscrever nos campos 311,322 e/ou 333, consoante o caso, deverão ser sempre indicados, mesmo quando não dêem origem a imposto, devendo, neste caso, inscrever-se o valor 0 (zero).

Havendo rendimento imputado às Regiões Autónoma dos Açores e da Madeira, deve a correspondente colecta ser determinada no Quadro 07 do Anexo A, não devendo por tal facto, ser autonomizados na coluna de redução de taxa deste quadro.

No caso de entidades residentes que não exercem a título principal actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, ou entidades não residentes sem estabelecimento estável, apenas serão preenchidos os campos 322 e 346, mencionando-se, CASO EXISTA, a matéria colectável.

O valor a inscrever no campo 345 corresponde ao acréscimo à matéria colectável exigido pelo ex-artigo 59º-A do CIRC e por isso só deverá ser utilizado quando a declaração respeite a exercício anterior a 2001.

Quando a declaração respeitar a declaração do grupo (exercícios de 2001 e posteriores) o lucro tributável a inscrever no campo 382 corresponde à diferença dos valores inscritos nos campos 380 e 381 e a respectiva matéria colectável obtém-se pela dedução a este valor de lucro tributável dos montantes constantes dos campos 309 e 310.

DGCI  

QUADRO 10 – CÁLCULO DO IMPOSTO


O campo 347 será utilizado, quando exista matéria colectável sujeita ao regime geral (n.º 1 do artigo 80.º do CIRC).
A taxa aplicável aos rendimentos obtidos em períodos de tributação cujo início ocorra a partir de 1 de Janeiro de 2002 é de 30%.
Os campos 348 e 349 destinam-se à aplicação de taxas reduzidas previstas nos n.º 2 e 3 do artigo 80.º do CIRC, no Estatuto dos Benefícios Fiscais ou em qualquer outro diploma legal sobre a matéria colectável apurada no Quadro 09 e sujeita a este regime e também para aplicação da taxa do regime simplificado.
Note-se que sempre que sejam aplicadas taxas reduzidas, que não sejam as previstas no CIRC, deverá ser assinalado o campo respectivo no Quadro 08 - Regimes de redução de taxa.

Sempre que existam RENDIMENTOS IMPUTÁVEIS À REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES, nos termos do Decreto Legislativo Regional n.º 2/99/A, de 20 de Janeiro, e como tal susceptíveis de beneficiarem da redução de taxa aí prevista, o cálculo da colecta será efectuado no Quadro 07 do Anexo A. Neste caso, será inscrito no campo 350 o valor da colecta da Região Autónoma dos Açores.
O campo 370 será utilizado sempre que existam RENDIMENTOS IMPUTÁVEIS À REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA, nos termos do Decreto Legislativo Regional n.º 2/2001/M, de 20 de Fevereiro.

As deduções a inscrever nos campos 352 a 356 são as referidas nas alíneas a) a e) do n.º 2 do artigo 83.º do CIRC.
As deduções relativas a benefícios fiscais devem ser discriminadas no anexo respectivo da declaração anual a que se refere a alínea c) do n.º 1 do artigo 109.º do CIRC, devendo os respectivos valores concordar exactamente.

O valor a inscrever no campo 358 não pode ser negativo, pelo que, sempre que o total das deduções for superior à colecta, inscrever-se-á o valor 0 (zero).
Os pagamentos por conta a inscrever no campo 360 serão, exclusivamente, os efectuados nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 96.º do CIRC.
Na declaração do período de liquidação (declaração especial 2), deve, igualmente, ser mencionado neste campo o imposto pago correspondente ao período entre a data da dissolução e o termo desse exercício, bem como os pagamentos por conta e de autoliquidação efectuados nos exercícios subsequentes.
Tratando-se de DECLARAÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO, todo o Quadro 10 deve ser preenchido como se tratasse de uma primeira declaração, não devendo ser inscrito no campo 360 o valor da autoliquidação anteriormente efectuada.

O campo 363 destina-se, nomeadamente, para indicação do IRC que deixou de ser liquidado nos termos do n.º 5 do artigo 44.º (da anterior redacção do Código para as situações previstas no n.º 7 do artigo 7.º da Lei 30-G/2000, de 29 de Dezembro) e do n.º 5 do artigo 24.º, ambos do CIRC, e na alínea b) do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 31/98, de 11 de Fevereiro. ESTE CAMPO NÃO PODE ASSUMIR VALORES NEGATIVOS.
O campo 364 destina-se à indicação da derrama, a qual incidirá sobre o montante apurado no campo 351 (colecta) e 363, sendo caso disso.
As entidades residentes que não exerçam, a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola e as entidades não residentes sem estabelecimento estável NÃO DEVEM INSCREVER QUALQUER VALOR no campo 364. O campo 365 destina-se, nomeadamente, à aplicação das taxas de tributação autónoma referidas no artigo 81.º do CIRC e na alínea b) do n.º 2 do artigo 15.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais. Existindo despesas de carácter confidencial e pagamentos a entidades não residentes sujeitas a um regime fiscal privilegiado, para além da tributação autónoma, devem as mesmas ser acrescidas nos campos 214 e 252, respectivamente, do Quadro 07.
O campo 366 destina-se à inscrição de juros compensatórios, DESIGNADAMENTE os estabelecidos no n.º 5 do artigo 44.º (anterior redacção do CIRC, conforme já referido na anotação ao campo 363) e no n.º 5 do artigo 24.º, ambos do CIRC.
Existindo total a pagar, apurado no campo 367, o mesmo será entregue através da respectiva guia de pagamento, no prazo estabelecido na alínea b) do n.º 1 do artigo 96.º, ou n.º 1 do artigo 100.º, ambos do CIRC, consoante o caso.
Tratando-se de declaração de substituição com total a pagar apurado no campo 367, superior ao da declaração anterior,
deverá ser efectuado o pagamento apenas da diferença.
NÃO É NECESSÁRIA A INSCRIÇÃO DO NÚMERO DA GUIA DE PAGAMENTO.
Há lugar a juros de mora quando o pagamento ocorrer após a data de apresentação da declaração.

DGCI

Análise do campo 356 - Pagamento especial por conta

A partir do exercício de 2004 (de acordo com o n.º 2 do art.º 98.º do CIRC - Alterado pela Lei n.º 107-B/2003, de 31 de Dezembro - OE), "O montante do pagamento especial por conta é igual a 1% do volume de negócios relativo ao exercício anterior, com o limite mínimo de € 1.250, e, quando superior, será igual a este limite acrescido de 20% da parte excedente, com o limite máximo de € 40.000." Mas, de acordo com o n.º 3 do mesmo artigo, "Ao montante apurado nos termos do número anterior deduzir-se-ão os pagamentos por conta efectuados no exercício anterior".

Se da diferença anteriormente referida resultar um valor positivo, deverá esse valor ser pago, ou de uma só vez no mês de Março, ou, facultativamente, em duas prestações iguais, nos meses de Março e Outubro do mesmo ano.

Se, porém, da diferença se obtiver um valor nulo ou negativo, não haverá lugar a qualquer pagamento especial por conta.

 

QUADRO 11 – OUTRAS INFORMAÇÕES

 

Os campos 410 e 411 deste Quadro são de preenchimento obrigatório para todos os sujeitos passivos residentes e que exerçam a título principal actividades de natureza comercial, industrial ou agrícola, mesmo que os valores a indicar sejam nulos.
Nos campos 412, 413 e 414, devem ser indicados os valores que serviram de base ao cálculo das tributações autónomas referidas no n.º 3 do artigo 81.º do CIRC.

DGCI

Sempre que tenham sido indicados valores no campo 359 do Quadro 10 (Retenções na Fonte), é necessário proceder à identificação das entidades retentoras através do respectivo NIPC.

DGCI